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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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Prédio residencial terá maior jardim vertical do Sul da Ásia

Mäyjo, 16.02.14

Os jardins servirão como isoladores acústicos e térmicos.

 

Localizado a dez quilômetros da cidade de Colombo, no Sri Lanka, a construção está prevista para terminar no final de 2015. O projeto está sendo realizado pelo escritório Milroy Perera Associates.

Jardins serão espalhados pelos 46 andares do prédio, que acomodará 164 apartamentos, de dois a cinco quartos. Os jardins não terão somente função estética, servirão também como isoladores acústicos e térmicos.

E ainda combaterão a poluição. Localizados nas varandas dos apartamentos, eles atuarão como um filtro natural de ar.

 

Utilizando o sol de forma positiva

As janelas foram projetadas para não receber luz direta do sol, o que ajudará no resfriamento dos apartamentos e facilitará a ventilação natural dos ambientes. Com isso, os arquitetos acreditam que o uso de ar condicionado será menor, diminuindo o gasto de energia.

Painéis de captação solar serão instalados na laje do prédio, gerando energia que abastecerá as áreas comuns, elevadores e o sistema de reciclagem de água.

Sistema este que reutilizará água da chuva, dos chuveiros e pias. A água coletada dos banheiros passará por um sistema de reciclagem, para depois ser misturada à água da chuva e abastecer o sistema de irrigação por gotejamento dos jardins e as descargas dos apartamentos.

Hoje, o prédio residencial que está na frente na disputa pelo jardim vertical mais alto do mundo é o One Central Plaza, que está sendo erguido em Sydney, na Austrália. Projetada pelo renomado paisagista francês Patrick Blanc, a cobertura vegetal preencherá os 166 metros de altura do edifício.  

Icebergue do tamanho de Singapura está à deriva na Antárctida

Mäyjo, 16.02.14

Icebergue do tamanho de Singapura está à deriva na Antárctida

 

Em Julho, um icebergue do tamanho de Singapura começou a desprender-se do glaciar de Pine Island, o maior da Antárctida, que fica localizado na parte ocidental. No entanto, o gelo que o rodeava impediu-o de se soltar completamente do glaciar.

Porém, com a chegada do Verão ao Pólo Sul, o gelo começou a derreter e o icebergue libertou-se completamente. Desde Julho que o icebergue, com cerca de 700 quilómetros quadrados, está a ser monitorizado por Grant Brigg e Robert Marsh, professores nas Universidades de Sheffield e Southampton, respectivamente.

“Um icebergue com este tamanho pode sobreviver um ano ou mais e pode dirigir-se para norte, perturbando as rotas marítimas do Oceano Antárctico e Atlântico Sul”, afirma Robert Marsh, citado pela CNN. De acordo com Brigg, “nos últimos dias, o icebergue começou a movimentar-se e agora há um quilómetro ou dois de água entre o bloco e o glaciar”.

A fenda no glaciar de Pine Island foi inicialmente detectada por um satélite da NASA, em Outubro de 2011. O icebergue que agora se soltou foi detectado por um satélite alemão. De acordo com Bigg, um bloco de gelo foi identificado na Passagem de Drake, entre o Cabo Horn, na América do Sul, e as Ilhas Shetland do Sul, na Antárctida. Se o icebergue se movimentar na mesma trajectória existe a possibilidade de as rotas marítimas internacionais do Sul serem perturbadas. Caso os cientistas detectem que o icebergue está a movimentar-se em direcção a estas rotas será emitido um alerta internacional.

O glaciar de Pine Island é o maior da Antárctida e também o que circula mais rapidamente, cerca de quatro quilómetros por ano, em direcção ao Mar de Amundsen. Deste glaciar desprendem-se grandes icebergues a cada seis ou dez anos. Os últimos desprendimentos ocorreram em 2001 e 2007.

Os cientistas consideram que este é um processo natural e que não deve ser relacionado directamente com as alterações climáticas.  Esta é a primeira vez que um icebergue com tais dimensões vai ser monitorizado.

 

in: Green Savers